Pedágio na BR-163 fica mais caro em Mato Grosso do Sul a partir de agosto

Reajuste aprovado pela ANTT será aplicado nas nove praças operadas pela Motiva Pantanal e inclui correção inflacionária e ajuste contratual.

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Pedágio na BR-163 fica mais caro em Mato Grosso do Sul a partir de agosto
Motiva Pantanal (antiga CCR MS Via) é a responsável pela administração da BR-163 em MS – imagem ilustrativa. (Foto: Divulgação/Motiva Pantanal)

Motoristas que trafegam pela BR-163 em Mato Grosso do Sul pagarão mais caro pelo pedágio a partir do dia 5 de agosto. A Agência Nacional de Transportes Terrestres (ANTT) aprovou a primeira revisão ordinária e o reajuste da Tarifa Básica de Pedágio da concessionária Motiva Pantanal, responsável pela administração da rodovia no Estado.

A atualização foi publicada no Diário Oficial da União e tem como objetivo recompor os valores do contrato de concessão com base nos indicadores econômicos registrados nos últimos 12 meses.

O reajuste será aplicado nas nove praças de pedágio distribuídas pela BR-163 em Mato Grosso do Sul:

  • Mundo Novo
  • Itaquiraí
  • Caarapó
  • Rio Brilhante
  • Campo Grande
  • Jaraguari
  • São Gabriel do Oeste
  • Rio Verde de Mato Grosso
  • Pedro Gomes

A ANTT autorizou uma correção de 5,16% referente ao Índice de Reajustamento Tarifário (IRT), calculado com base na variação do IPCA, índice oficial de inflação do país.

Além da correção inflacionária, também foi aprovado um degrau tarifário de 33,64% sobre a tarifa base. Com a aplicação dos dois índices, o aumento acumulado do pedágio será de aproximadamente 40,5%.

Confira os principais impactos do reajuste:

  • Correção pelo IPCA: 5,16%
  • Degrau tarifário autorizado: 33,64%
  • Aumento acumulado aproximado: 40,5%
  • Praça de Campo Grande: tarifa sobe de R$ 10 para R$ 14,30

Na prática, o motorista que passa pela praça de Campo Grande terá um aumento de R$ 4,30 por passagem para veículos de passeio.

O degrau tarifário é um mecanismo previsto nos contratos de concessão de rodovias federais e permite ajustes maiores quando há mudanças contratuais, início de investimentos ou execução de obras previstas na estrada.

A agência informou ainda que outros pedidos apresentados pela concessionária não foram incluídos nesta revisão, após análises técnicas e jurídicas.


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