13/11/2017 às 08h05min - Atualizada em 13/11/2017 às 08h05min

Quem for candidato em 2018 deve deixar governo até dezembro, avisa Reinaldo

Governador quer começar próximo ano focado na gestão

Durante a convenção estadual do PSDB, na manhã de sábado (11), o governador Reinaldo Azambuja afirmou que os integrantes de sua gestão que pretendam disputar eleição no próximo ano devem deixar os cargos até o mês que vem.

“Quem for ser candidato vai ter que, lógico, deixar o governo, e a gente quer que isso acontece esse ano, até o mês de dezembro, para que ano que vem a gente inicie o ano novo com as pessoas, cada um no seu lugar, cuidando daquilo que é mais importante”, disparou o governador.

Segundo ele, o mais importante, são as metas administrativas do governo, entregas de obras, moradias e viaturas, e compromissos assumidos com a população.

Diante da incerteza sobre os eventuais candidatos, o governador mantém suspense sobre os nomes dos novos secretários da Fazenda e Segurança Pública, além do novo diretor da Agraer, e de novos postos que poderão ficar vagos nos próximos dias.

Azambuja voltou a dizer que ainda não definiu o sucessor de Marcio Monteiro, que deixou o comando do PSDB e a titularidades da Sefaz (Secretaria de Estado de Fazenda) para assumir vaga de conselheiro no TCE-MS (Tribunal de Contas do Estado), e de José Carlos Barbosa, o Barbosinha (PSB), que já anunciou que está de saída da Sejusp.

“O Reinaldo pediu para que eu aguardasse ele escolher para fazer essa transição, uma vez escolhido eu retorno à Casa Legislativa, pois entendo que minha missão na secretaria de justiça está cumprida”, afirmou Barbosinha.

Apesar de interlocutores do governo estadual derem como certa a indicação do deputado Coronel David (PSC) para a Sejusp, o governador e o próprio Barbosinha, preferem adiar a revelação do novo secretário.

Enelvo Felini (PSDB) vai ocupar a vaga de Flávio Kayatt (PSDB), também indicado para o TCE, e deixará a Agraer. Também há movimentação no ninho tucano que pode levar integrantes do primeiro e segundo escalão da gestão Azambuja a pedirem exoneração do governo para se dedicarem à campanha em 2018.


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